"A beleza do novo ofusca o que(m) já o foi. Tende a ocupar-lhe o espaço, ainda que amorosamente. Mas não, o tempo.
O tempo de amadurecer e esquecer, de se perdoar e de perder, é o velho que(m) o guarda, no silêncio cúmplice do que o novo ainda não pressente." (E. Brasão Costa)
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Cumplicidade
Ilusão
"Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias." (Sophia de Mello Breyner)
Coisas simples
“Gosto das belas coisas claras e simples, das grandes ternuras perfeitas, das doces compreensões silenciosas, gosto de tudo, enfim, onde encontro um pouco de Beleza e de Verdade.” (Florbela Espanca)
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
O poema subsiste
"Entretanto o poema subsiste
informal em teus olhos talvez
mas perdido se em precisa palavra significas o que vês." (Natália Correia )
domingo, 17 de setembro de 2017
No silêncio...
"Se não consegues entender o meu silêncio, de nada irá adiantar as palavras, pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos." (Oscar Wilde)
Cansaço
"...cansada sobre mim, Desafio-te a sonhar Os sonhos que foram nossos Num instinto de ocasião..." (Clara Correia)
terça-feira, 20 de junho de 2017
Na intemporalidade
"Colho estrelas magoadas... aos molhos... lágrimas perdidas na intemporalidade de uma mágoa total" (A. Nolasco)
domingo, 18 de junho de 2017
Detalhes
"A vida é feita de momentos, histórias e alguns detalhes. Os momentos ficam na memória, as histórias são lembradas de tempos em tempos, mas certos detalhes jamais se perdem com o tempo."(Rodolfo Rodrigues dos Santos)
Silêncio
"Há alturas em que tudo é silêncio e ausência, em que a memória é uma paisagem distante, uma voz que se cala, um sentimento que mói (e que dói), uma vontade que escapa à própria vontade..." (Laurinda Alves)
quinta-feira, 15 de junho de 2017
No poema...
"(...) No poema bate um coração que não lhe pertence.
Esses olhos fixam-me e vejo-me por dentro.
Uma imagem tão lúcida como a transparência de uma criança.
Emociono-me com a pureza do vazio.
Deambulo.
Nunca hei-de saber como sair daquele lugar."
( Excerto de poema do livro "lugar-corpo" Adília César)