"(...) No poema bate um coração que não lhe pertence.
Esses olhos fixam-me e vejo-me por dentro.
Uma imagem tão lúcida como a transparência de uma criança.
Emociono-me com a pureza do vazio.
Deambulo.
Nunca hei-de saber como sair daquele lugar."
( Excerto de poema do livro "lugar-corpo" Adília César)
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