"A beleza do novo ofusca o que(m) já o foi. Tende a ocupar-lhe o espaço, ainda que amorosamente. Mas não, o tempo.
O tempo de amadurecer e esquecer, de se perdoar e de perder, é o velho que(m) o guarda, no silêncio cúmplice do que o novo ainda não pressente." (E. Brasão Costa)
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